
(ao termino da leitura da carta de Chalita ao padre Fábio e do padre ao educador, os pensamentos chegaram na pele, e da pele vinheram parar aqui)
"e todos vinheram do pó e ao pó retornará"
Quando o Criador pensou nessa matéria-prima, ele pessoa na igualdade.
Quando pensamos a partir desse prisma, fica claro que somos iguais, independente das escolhas, afinal elas nos particularizam, mas o pó nos torna iguais.
O pó é a matéria seca e sem vida, alguns não consegue sair dessa miséria, outros entendem que esse pó pode ser de piriplimplim (quem assistiu o Sítio do Pica Pau Amarelo sabe). E quando usamos esse pó mágico, utilizamos da segunda matéria-prima que fomos criados, o amor.
O amor,esse dá a métrica da vida. E mergulhados no AMOR, recebemos o dom de amar e assim damos forma ao pó, particularizando ele em eu e você, mas sempre sendo nós.
Alguns, por não quererem ou não saberem utilizar desse dom, se sentem diferentes nos seus saltos, carros, ideologias e religiões, outros, usam do amor e por instantes se tornam o AMOR.
É questão de escolha, é livre arbítrio.
Os fantoches foram feitos, mas que graça tem se eles só fazem o que quero?
Assim, o Criador pensou ao finalizar o homem em pó, deu alguns passos, retornou a sua obra prima e soprou. O sopro estava carregado de duas coisas, o livre arbitrio, de escolher a foma de viver e o amor.
Alguns vivem a espera da terra prometida, assim suportam a escravidão na vida sem amor, outros e aqui eu me encaixo, vivem já a terra prometida, porque a ponte foi derramada em sangue, e hoje, outros se fazem ponte na minha travessia me fazendo ver Deus e ser Deus para o outro.
A terra prometida também é um lugar, mas primeiro ela é dentro, quem não se sente cidadão dela, jamais chegará lá.
"O meu reino não é este" Jesus já vivia lá...